terça-feira, maio 20, 2008

Não, não morri...

Estou só muito apaixonada.

sábado, maio 10, 2008

Boa onda (que há-de chegar à nossa praia)

(Clique. Não tenha medo de molhar os pés.)



Sinopsys

Birth is a miracle, a rite of passage, a natural part of life. But birth is also big business.

Compelled to explore the subject after the delivery of her first child, actress Ricki Lake recruits filmmaker Abby Epstein to question the way American women have babies.

The film interlaces intimate birth stories with surprising historical, political and scientific insights and shocking statistics about the current maternity care system. When director Epstein discovers she is pregnant during the making of the film, the journey becomes even more personal.

Should most births be viewed as a natural life process, or should every delivery be treated as a potentially catastrophic medical emergency?

terça-feira, abril 15, 2008

...é como um queijo numa ratoeira.

Foto capa do DN, esta manhã.


Alguém se lembra da música?

segunda-feira, abril 14, 2008

Eu fui

(clicar)

E recomendo a segunda edição a todas as grávidas e grávidos.
Fez TODA a diferença!

segunda-feira, abril 07, 2008

Também eu



levo os dias assim...

segunda-feira, março 31, 2008

Mama(ã)

Conversa de mama(ã), agora. Estou maravilhada com esta coisa da amamentação, esta novidade que vou desembrulhando, todos os dias. Fascina-me descobrir que nem só o menino pede mama. As mamas pedem também menino, num grito dorido, infalível. É só chegar a hora. Se a hora não chega, é só ouvi-lo chorar. Às vezes é só cheirá-lo, tomar-lhe o peso nos braços, olhar para ele. Abocanha, predador sem dó, esta mãe esquecida da dor. Enternece-me ainda o sorriso de láctea bebedeira, assim que termina o festim. Revira os olhos, desampara os braços, tomba-lhe a cabeça para trás e deixa a descoberto a barbela deliciosamente replicada, por baixo do queixo, a pedir beijos.



Roubaram-me este prazer à primeira. Agora eu não deixei, alguém comigo não deixou também e eis que me descubro como nunca me imaginei. Uaaaaau!!!

Quem espirrou?

Agora, cá em casa, é assim. Contingências do novo formato, o A4.

segunda-feira, março 24, 2008

50%

Certo. Comer os ovos de Páscoa da minha filha não me fica muito bem... Já os do meu filho... é mesmo o que tenho a fazer, pois que se o moço mama (e como mama!), a César o que é de César. Vistas assim as coisas, o teor de indecência das mesma desce para o cómodo índice dos 50%.

quinta-feira, março 20, 2008

domingo, fevereiro 10, 2008

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Um boi

Pois claro que não lhe dei o boi. Ela também não fez fita, nem sequer insistiu. Caramba! Já são bichos a mais! A caixa está cheia! É que nunca pode ser um de cada vez... Temos sempre de lhe comprar uma família, mesmo que monoparental - Cão pede cachorro, galinha pede pinto, leão pede leoa e cria de leão... Bolas! A vaca já tem vitelo! Ainda mais um boi?! Não, não pode ser, que as moedinhas custam a ganhar, depois não chegam para comer e lá tem o pai de ir para longe em busca de mais...

ALTO!

- Bem... tenho de ir trabalhar para pagar o boi, tenho?! Ou tenho de ir ali buscar a minha moedinha?...

Bom... bem... bem... bom... Então, era um boi, não é verdade? OK.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Dos tachos e do Amor

Pensava eu – defendia-o com toda a convicção – que ninguém pode dar o que não recebe e que o inverso era também verdade – que acabamos por devolver ou vomitar o que nos dão e vamos absorvendo. Afinal não é assim. Nenhuma das premissas se verifica invariavelmente.

Eu conhecia a resposta, a ponto de ter deixado de fazer a pergunta. Não valia a pena procurar saber o segredo daquele soufflé nem o truque do rolo de carne. Eram delícias de Amor e pronto. Para a minha mãe nada daquilo tinha a ver com uma excelente mão para a cozinha. Dizia ela, sempre, que o tinha feito com Amor, com muito Amor, e que desta forma tudo saía apurado. Ora, sabendo-a eu tão mal amada, tão temperada de sal e ofertada de fel, como era possível verter naqueles tachos um Amor assim? Compreendo hoje que falava do Amor que nos tinha, aos filhos, traduzido em combinações perfeitas de ingredientes, à partida comuns e irrelevantes. Isso eu já entendi, com dez anos já o entendia. O que continua a fazer-me confusão é a facilidade com que deitava aos tachos o que não recebia, nem tinha como comprar ou trocar... Onde ia ela buscar tanto Amor? Tanto, tanto, como só pode atestar quem se sentava à mesa lá em casa. Afinal, também eu hoje me debato com os tachos e tenho de me confessar incapaz de semelhante prodígio... Lágrimas e a mais elementar das macarronadas são pura e simplesmente incompatíveis, de tal forma que a qualidade do que levo à mesa é o reflexo fiel do meu estado de alma.

Ontem, o frango da mãe cá de casa não apurou. A minha mãe tê-lo-ia feito tão bem...

quinta-feira, janeiro 10, 2008

A mãe dá


Ai, dá, dá! Tanto que a encomenda está despachada! Fantásticas estas bonecas-mamãs-parideiras-amamentantes! O pormenor do cordão e da placenta é ou não uma delícia? Ai que veio mesmo a calhar! É só espreitar.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Eh, pá!


Escapou-me! Esqueci-me de assinalar a efeméride, o estrondoso acontecimento, o que realmente podia ter aberto os Telejornais e primeiras páginas do dia... Escapou-me...






A MIÚDA CORTOU PELA PRIMEIRA VEZ O CABELO! Aos 3 anos!!! Os caracóis continuam lindos, não muito diferentes, mas estamos agora muito mais à vontade para voltar à cadeira (que é como quem diz à mota) do cabeleireiro. Ela agradece-te a ideia.

Ah! O Telejornal seria o de 21 de Dezembro último. Escapou...


Pedra preciosa


Caminho(s) em férias


O Pai Natal volta?

Nota: Pode vir sem Clooney. Dispenso. Bastam as cápsulas, as pretas, já agora.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

In utero


Este ano tenho o Natal cá dentro. Nunca tinha acontecido. Sempre achei bonito que acontecesse. Este ano sou eu o embrulho, de laço azul. Tenho cá dentro o Rossio iluminado e aconchegado em lã e cheiro de castanhas assadas. Sinto-me calda morna de rabanadas, no consolo das avelãs roubadas à mesa ainda intocável. Era ainda uma menina da última vez que experimentei um Natal assim.


Um Natal assim para todos. Queria mesmo.


Há quem acredite no Pai Natal...

- Mãe, que prenda queres para o Natal? Um carro ou uma casa?

Eu prefiro acreditar na minha filha.